Quem somos

Congá 1O Círculo Religioso Ogum, Hórus & RáCROHR – surgiu em 2001, através da Energia Oriental Cigana Sarita, e fundado por Maria Cristina Marques, zeladora desse templo, mestra em Relações Étnico raciais e professora das redes municipal e estadual do Rio de Janeiro.

Vivenciamos a Umbanda-nagô em nossa ritualística, seguindo algumas diretrizes teológicas referenciadas pelos estudos epistemológicos de W. W. Da Matta e Silva, mestre Yapacani, que em 1956, já pregava os ensinamentos da Umbanda esotérica.

O CROHR segue alguns ensinamentos que os africanos trouxeram para o Brasil e reinterpreta-os, de acordo com a orientação de Cabocla Jurema e as Entidades colaboradoras da sustentação espiritual do CROHR. A cosmogonia nagô tem o seu devido reconhecimento, através do povo que ajudou a construir essa Nação e que não teve o devido respeito de cultuar os seus ritos. Consequentemente, o CROHR honra a dádiva de ter ganhado o seu solo físico por uma cigana, e assim como os negros, os ciganos – povo cuja religiosidade perpassam pelo mesmo fenômeno da intolerância religiosa, também fazem parte de nossa doutrina.

A Umbanda que praticamos não vai de encontro a que esse mestre umbandista determinou, tais como o não uso de sangue oriundo da imolação animal. Acreditamos no uso de ervas e outros paramentos ritualísticos, entretanto, respeitamos o uso desse elemental por outras congregações espiritualistas, pois sabemos que cada campo energético tem sua própria ritualística.

A ritualística de preceitos do CROHR respeita o ori, cabeça física, a essência de cada adepto do corpo mediúnico desse templo, tendo somente em sua ritualística os elementos da Natureza, e deixando intocável, o ponto energético do médium de Umbanda.

Em nosso templo, acreditamos na evolução do potencial divino de nossos adeptos e convidados, com isso, trazemos estudos de Umbanda e conceitos afins a essa religião, em todo dia de culto. Há de se ressaltar que os nossos atendimentos são gratuitos, pois entendemos que a mediunidade não deve ser comercializada.

Em nosso solo sagrado, acreditamos na força de Preto Velho, o sábio desencarnado, que viveu por longas encarnações e traz em nossa egrégora o seu terço de Umbanda, sem rezas sincréticas, em nossos dias de rito.

O conceito de amor e bondade está imbuído em nossa doutrina, consequentemente, em nossa egrégora temos um trabalho fraterno e de esclarecimento em pró de uma elevação no Astral. Dentro desses conceitos doutrinários e teológicos, o CROHR vem fazendo seu trabalho espiritual há quase quinze anos de existência, que serão comemorados no dia 17 de julho de 2016, e convida os simpatizantes e médiuns de Umbanda para assistir aos nossos cultos.

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